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... just a kiss... minimalism... magic... soft...
22-11-2008
Voltei. Mas não em grande. Simplesmente Eu!
Cheia de trabalho. Cheia da Faculdade. Sem tempo para mim, para ti e para quem mais quiser.
No meio deste tempo sem tempo. Há bocadinhos para a minha paixão, não a tua, que também é grande, mas pela outra que me deixa sem fólego também. A minha fotografia continua em cima. Ainda sem técnica. Mas com muita prática. Vontade não falta, para ter aquilo que não tenho. Não luto porque não há tempo. Mas sonho com aquilo que sei que vou ter. Hoje ou amanhã. Ou até para o ano. Saudades de ti, de mim, dos amigos, da familia, ou daqueles que só vejo uma vez por ano, sempre em jantares esperados. Não me dou mais, porque não recebo a dobrar, a triplicar, aquilo que dou de graça, por prazer, com muita vontade. Disseram que merecia o mundo, mas só queria a lua, a luz, o quente, o frio e sempre o a ferver. Ter ali o que mais queria. Não é muito, nada de especial. Custa a ler, custa a entender, a perceber, a reflectir, a digerir, a correr, a ganhar ao tempo, mas a maior capacidade de um ser humano, é saber viver, e ser feliz sempre, independentemente do tempo, aquele tempo que não temos, nem para deixar o corpo cair.
Cheia de trabalho. Cheia da Faculdade. Sem tempo para mim, para ti e para quem mais quiser.
No meio deste tempo sem tempo. Há bocadinhos para a minha paixão, não a tua, que também é grande, mas pela outra que me deixa sem fólego também. A minha fotografia continua em cima. Ainda sem técnica. Mas com muita prática. Vontade não falta, para ter aquilo que não tenho. Não luto porque não há tempo. Mas sonho com aquilo que sei que vou ter. Hoje ou amanhã. Ou até para o ano. Saudades de ti, de mim, dos amigos, da familia, ou daqueles que só vejo uma vez por ano, sempre em jantares esperados. Não me dou mais, porque não recebo a dobrar, a triplicar, aquilo que dou de graça, por prazer, com muita vontade. Disseram que merecia o mundo, mas só queria a lua, a luz, o quente, o frio e sempre o a ferver. Ter ali o que mais queria. Não é muito, nada de especial. Custa a ler, custa a entender, a perceber, a reflectir, a digerir, a correr, a ganhar ao tempo, mas a maior capacidade de um ser humano, é saber viver, e ser feliz sempre, independentemente do tempo, aquele tempo que não temos, nem para deixar o corpo cair.
15-09-2008
Mais uma...
Se forem a Cascais, se forem almoçar ou jantar, ou simplesmente beber um café... juntem 2 em 1, vão até ao Restaurante 100Vicios, onde se come bem e se passa um bom bocado (passo a publicidade), já que tem uma vista fabulosaaaaaaaaaaa... e aproveitem e vejam a Exposição conjunta Vícios.... I'm there!!!
Exposição conjunta - "Vicíos" - inicío a 11 de Setembro pelas 19h no 100vícios restaurant & terrace, travessa da alfarrobeira, 2, 4º andar, 2750-285 Cascais
www.100vicios.com
Exposição conjunta com fotos de: Ana Franco, Cristiano Costa, Daniel Oliveira, Daniela Sousa, Fernando Figueiredo e Maria Flores, Humberto Nunes, Marcos Sobral, Maria da Luz Sousa, Mário Fernandes, Paulo César, Paulo Figueiredo.
Nestes entretantos...
Vim de férias.
Montei a Exposição.
Inaugurei a Exposição.
Amanhã desmonto a Exposição.
Participei noutra. Exposição Colectiva. 11 Fotográfos. 1 Foto. Tema: Vicios. Local: Restaurante 100Vicios em Cascais.
Voltei a estar de férias.
Descansei.
Não fiz nada.
Andei por ai.
Voltei ao trabalho.
Marquei as próximas férias.
Já tenho destino. Os bilhetes.
Perdi a Madonna.
Vendi uma fotografia. A primeirissima.
E estou pronta para voltar à realidade.
That's life. :)
Vim de férias.
Montei a Exposição.
Inaugurei a Exposição.
Amanhã desmonto a Exposição.
Participei noutra. Exposição Colectiva. 11 Fotográfos. 1 Foto. Tema: Vicios. Local: Restaurante 100Vicios em Cascais.
Voltei a estar de férias.
Descansei.
Não fiz nada.
Andei por ai.
Voltei ao trabalho.
Marquei as próximas férias.
Já tenho destino. Os bilhetes.
Perdi a Madonna.
Vendi uma fotografia. A primeirissima.
E estou pronta para voltar à realidade.
That's life. :)
09-08-2008
02-08-2008
Com 2 dias de atraso, finalmente sai em 1ª mão a surpresa n.º 1

Não é preciso dizer muito, pois não?

Não é preciso dizer muito, pois não?
Considerem-se convidados!!!
Afinal parece que aos poucos, os sonhos tornam-se realidade!!
30-07-2008
Para os mais duvidosos... relax, não me vou casar, nem estou grávida, nem nada do estilo!
Dizem as más línguas que amanhã haverá novidades!
Dizem as más línguas que amanhã haverá novidades!
29-07-2008
Não quero criar suspense.
Nem burburinho.
Mas diz que vem aí uma surpresa.
Uma coisa boa.
Hummm aliás duas.
Wait and watch!
Nem burburinho.
Mas diz que vem aí uma surpresa.
Uma coisa boa.
Hummm aliás duas.
Wait and watch!
24-07-2008
O Sr. Mário Crespo é que sabe!!! ...Há coisas que não se percebem, esta é uma delas...
"O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. 'Perdi tudo!' 'O que é que perdeu?' perguntou-lhe um repórter. 'Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem...' Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga 'quatro ou cinco euros de renda mensal' pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que 'até a TV e a playstation das crianças' lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam 'quatro ou cinco Euros de renda' à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a 'quatro ou cinco euros mensais' lhes sejam dados em zonas 'onde não haja pretos'. Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - 'ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.' A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor. "
Mário Crespo
in JN 21/7/2008
"O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. 'Perdi tudo!' 'O que é que perdeu?' perguntou-lhe um repórter. 'Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem...' Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga 'quatro ou cinco euros de renda mensal' pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que 'até a TV e a playstation das crianças' lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam 'quatro ou cinco Euros de renda' à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a 'quatro ou cinco euros mensais' lhes sejam dados em zonas 'onde não haja pretos'. Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - 'ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos.' A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor. "
Mário Crespo
in JN 21/7/2008
23-07-2008
Só porque sim...
Jorginho Quando souberes a letra de cor vem falar comigo...
Táááááááá?
John Mayer - Waiting On The World To Change lyrics
22-07-2008
Dream on girl, dream on girl
I want to see you sleep tonight
You're up and down
You hit the ground
And time is drifting through your fears
I can't find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don't know, you are on your own
I'll choose the best place for your sleep
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak, are here in my ear
So I can hear you falling down
Take a breath to see me
I can wait for you to
Live a live with no hopes but
If you still believe
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Rita Redshoes
O que eu adoro esta música, oiço e sonho e imagino e lembro e penso e gosto e admiro e sorrio e olho e lembro-me de ti.
Lembro-me que a letra diz tanto a tantas e tantos, a mim, a ti, a ti e ainda a ti.
I want to see you sleep tonight
You're up and down
You hit the ground
And time is drifting through your fears
I can't find your dreams tonight
And make your lover come back home
If you don't know, you are on your own
I'll choose the best place for your sleep
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Come on girl, a dream is your world
The signs you see are in your mind
The words that you speak, are here in my ear
So I can hear you falling down
Take a breath to see me
I can wait for you to
Live a live with no hopes but
If you still believe
Come back to see the day
You lost your heart and all your hopes
I'll take you to see the sunrise
And try to catch your ghost, oh
Rita Redshoes
O que eu adoro esta música, oiço e sonho e imagino e lembro e penso e gosto e admiro e sorrio e olho e lembro-me de ti.
Lembro-me que a letra diz tanto a tantas e tantos, a mim, a ti, a ti e ainda a ti.
20-07-2008
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